quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Dia Internacional das Montanhas!

Comemorou-se ontem, dia 11 de dezembro, o Dia Internacional das Montanhas, instituído pelas Nações Unidas no ano de 2002. As montanhas cobrem cerca de 27% da superfície terrestre e têm um papel decisivo para milhões de pessoas, pois fornecem mais de 60% da água doce do planeta, abrigam uma enorme diversidade de plantas e animais e são o lar de uma em cada dez pessoas. Contudo, as montanhas estão hoje extremamente vulneráveis às alterações climáticas, à desflorestação, à degradação do solo e aos desastres naturais.
Em Portugal, as áreas de montanha correspondem a 11% de superfície emersa. Estas têm uma enorme importância no fornecimento de um diverso leque de serviços dos ecossistemas, entre os quais serviços de regulação climática, de sequestro de carbono, de fornecimento de água doce às regiões mais baixas, de produção de alimentos e de materiais lenhosos, de refúgio para a biodiversidade e de serviços de índole cultural, como áreas de recreação, de turismo e de fruição da paisagem.
As montanhas portuguesas, para além da ameaça das alterações climáticas, enfrentam outras ações humanas muito lesivas. O abandono das práticas agrícolas tradicionais, em especial do pastoreio, o aumento da frequência de incêndios, a construção de infraestruturas em áreas sensíveis, em particular de eixos rodoviários, de barragens e de parques eólicos, a florestação com espécies exóticas de crescimento rápido e a invasão por espécies exóticas, são fatores que contribuem para a degradação ambiental, perda de biodiversidade e consequente diminuição da capacidade no fornecimento de serviços dos ecossistemas. Também o turismo de massas feito de forma desregrada, de que a Serra da Estrela é um infeliz exemplo, contribui para a degradação ambiental do mais importante maciço montanhoso português.



Parque Natural do Alvão!

Acidentes geológicos que dão origem a espetaculares cascatas, uma grande diversidade de ecossistemas naturais e um património social preservado fazem do passeio pelo Parque Natural do Alvão uma romagem de autenticidade.
Este parque situado a cerca de 25 Km de Cerva, na vertente oeste da Serra do Alvão, que integra o imponente maciço montanhoso onde se inclui a Serra do Marão, esta área protegida é percorrido pelo Rio Olo, que corre entre fragas e penhascos e atravessa as rochas nas Fisgas de Ermelo, caindo em cascatas de uma altura de cerca de 250 metros. Impressionante pela força das águas, este é um dos locais mais belos da região e está representado no símbolo do Parque.
O curso do rio Olo une duas realidades distintas. A uma altitude média de 1.000 m, na zona de Lamas de Olo, predomina o granito e a vegetação de alta montanha; em baixo, junto a Ermelo, onde a altitude ronda os 450 m, prevalece o xisto e a paisagem é verdejante como no Minho.
O xisto, o granito e o colmo são os materiais usados na construção das casas das aldeias típicas de Lamas de Olo, Anta ou Ermelo, em que o tempo corre tão devagar que parece estarmos muito longe de qualquer cidade, mas afinal o Porto fica apenas a uma hora de viagem. Para ter uma ideia do modo de vida das gentes destes lugares, visite o núcleo Ecomuseológico do Arnal, que recria o ambiente de uma aldeia tradicional do Alvão.

Siga os percursos sugeridos pelo Parque e aprecie os panoramas magníficos com atenção, pois talvez aviste um lobo ou um falcão peregrino, já que será quase impossível ver a águia-real, que está praticamente extinta. Se lhe restarem energias, experimente a adrenalina do rafting nos diversos cursos de água e, para recuperar do esforço, banqueteie-se com a excelente gastronomia regional, que reúne iguarias como a bola de carne e a vitela assada, cuja carne da mais alta qualidade provém de uma raça autóctone – a “maronesa”.


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

A Certificação e o Turismo Sustentável

A sociedade tem atribuído uma importância crescente à sustentabilidade da atividade turística, o que se traduz na implementação de diversos programas de certificação que atendem a parâmetros ambientais, sociais e económicos.
No âmbito do processo de globalização, o Turismo em geral tem sido um sector e instrumento com particular relevância, tendo estado sempre presente na formulação, elaboração e execução de muitas políticas económicas, sociais e culturais de vários países.
Para além da crescente preocupação com a conservação e gestão dos recursos, a certificação do sector turístico advém também da existência de um “novo turista”, que seleciona o seu destino de férias com base em critérios ambientais e sociais. Embora o turismo ligado à natureza já constituísse uma regra, o Ecoturismo veio vincular algumas diferenças, sobretudo no que diz respeito à atitude do turista. A crescente procura por experiências turísticas em ambientes naturais relativamente intactos, fez com que o Ecoturismo se tornasse o segmento do mercado internacional de turismo com os maiores índices de crescimento. O conceito surgiu na década de 80, associado a um certo tipo de viagens especializadas e ligadas à natureza. Tornou-se um rótulo desejado e é actualmente utilizado de forma abusiva por inúmeras operadoras de turismo. Do lado do consumidor (o ecoturista) existe a vontade de aprender sobre o destino visitado, principalmente sobre os aspectos ambientais, culturais, históricos e seus problemas relacionados.
A certificação ambiental tem-se revelado um importante instrumento de política ambiental, auxiliando o consumidor na escolha de produtos e serviços menos nocivos ao meio ambiente, e servindo de instrumento de marketing para as empresas que diferenciam os seus produtos no mercado.

Vantagens:
- Optimização dos processos tecnológicos das empresas;
- Diminuição dos consumos específicos de energia, matérias-primas e recursos naturais.
- Minimização do impacte ambiental das atividades da empresa;
- Melhoria da imagem perante a opinião pública;
- Acesso a determinados mercados e concursos em que a certificação ambiental é obrigatória;
- Melhoria da posição competitiva face aos concorrentes não certificados;
- Melhoria da organização interna;
- Aumento da motivação e envolvimento dos colaboradores internos;
- Redução de riscos e redução de auditorias por parte de outras entidades
Dificuldades:
- Cumprimento dos requisitos legais (base de qualquer Sistema de Gestão Ambiental);
- Sensibilização/formação interna para a necessidade de alterar hábitos (desde a gestão de topo às bases da organização);
- Questões que não dependem das próprias empresas: formalização e celeridade dos licenciamentos.







terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Como ter uma Casa Ecológica?

Já que passamos grande parte do nosso tempo em espaços fechados, estes deveriam ser saudáveis. Infelizmente, nem sempre assim é. Conheça as fontes poluidoras a que estamos diariamente sujeitos e as medidas a tomar para as evitar ou atenuar.

Passamos a maior parte do nosso tempo dentro de espaços fechados. Por esta razão, as casas e os locais de trabalho deveriam ser saudáveis, permitindo aos seus ocupantes gozar de conforto e, inclusivamente, gerar maiores rendimentos laborais.
Infelizmente, não é este o caso para um grande número de construções. Ainda que eventualmente não nos apercebamos, os espaços interiores estão sujeitos a numerosas fontes poluidoras.

Entre elas, destacam-se:
Compostos orgânicos voláteis: são compostos orgânicos (substâncias com átomos de carbono e hidrogénio, aos quais se podem ainda ligar vários outros elementos) que se caracterizam pela sua elevada volatilidade, ou seja, produzem vapores mesmo à temperatura ambiente.
Produtos da combustão: em casas com esquentadores, lareiras, fogões e aquecedores a gás, formam-se também produtos da combustão potencialmente perigosos. Entre eles o monóxido de carbono.
Biocidas: a maior parte dos pesticidas e insecticidas usados não foi adequadamente testada em termos de segurança para o ser humano. Por vezes ocorrem efeitos sinérgicos – o contacto isolado com dois pesticidas pode ser relativamente inócuo, mas em simultâneo tornar-se muito grave. A exposição a biocidas é, naturalmente, muito mais provável em quintas e casas do campo, mas mesmo nas cidades pode dar-se através de insecticidas domésticos, carpetes, tintas e produtos de madeira, que são regularmente tratados com aqueles químicos;
Poluição electromagnética: este tipo de poluição tem ganho maior atenção pública sobretudo desde o advento dos telemóveis e antenas transmissoras.
Poluentes de origem natural: muitos poluentes ocorrem naturalmente na Natureza, ainda que, regra geral, em níveis que não constituem uma ameaça. A radioactividade e o gás radão são porventura dos mais preocupantes.

Arquitetura saudável:
Adaptação ao clima: a boa localização das janelas pode contribuir para reduzir necessidades energéticas, facilitar o arejamento e aumentar a luminosidade.
Reduzindo os produtos da combustão: todos os equipamentos a gás ou com combustão deviam ter respiradouros para o exterior e estar equipados com monitores de monóxido de carbono.
Gestão da água: o prolongamento dos telhados reduz as infiltrações de água e, assim, os problemas de humidade e o crescimento de fungos, que causam alergias
Durabilidade: a construção de uma casa deve ser feita a pensar na sua longevidade.






segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Receitas de Natal Tradicionais de Cerva!!

Pratos Principais

Roupa Velha
  


Preparação:
Cortam-se aos bocadinhos a couve, o bacalhau e as batatas que sobraram da consoada.
Picam-se alguns dentes de alho e alouram-se em azeite. Juntam-se as couves, o bacalhau e as batatas, mexe-se e deixa-se ao lume apenas o tempo necessário para aquecer bem.

Atenção:
Este prato é feito apenas com os restos da consoada, que já se fez mais abundante para que a roupa-velha possa ser feita no almoço do dia de Natal.

Cabrito Assado

Ingredientes:
  • 1 cabrito com cerca de 3 kg
  • 3 limões
  • 6 dentes de alho
  • 100 g de banha
  • 1 ramo de salsa
  • 0,5 dl de azeite
  • 2 folhas de louro
  • 1,5 dl de vinho tinto
  • 2 kg de batatas (de preferência novas e pequenas)
  • 300 g de cebolas
  • água, sal, pimenta e colorau q.b.

Preparação:
Limpe o cabrito. Corte em rodelas o limão. Coloque o cabrito em água fria com rodelas de limão durante 4 a 5 horas. Pise no almofariz o alho, um pouco de sal e a salsa. Adicione a pimenta, o colorau, a banha e o azeite e misture bem. Junte o louro cortado em pedaços e cerca de um quarto do vinho tinto e envolva bem. Escorra e enxugue o cabrito, salpique com um pouco de sal e o restante vinho tinto e esfregue bem com a papa obtida anteriormente. Coloque o cabrito numa assadeira de barro e deixe repousar durante duas horas. Corte em pequenos pedaços a batata e em gomos a cebola. Salpique a batata e a cebola com um pouco de sal. Disponha a batata e a cebola em redor do cabrito e leve ao forno a 170º C, para assar. Corte o cabrito em pedaços e sirva bem quente.

Polvo com Vinho Tinto
Ingredientes:
  • 1 polvo pequeno (cerca de 800 grs);
  • 2 cebolas;
  • 2 dentes de alho;
  • 1 colher de sopa de salsa picada;
  • 1 dl de azeite;
  • sal e pimenta;
  • 2 dl de vinho tinto;
  • 300 gr de arroz carolino

Preparação:
Prepare o polvo e corte-o em bocados. Num tacho com o fundo espesso deite o polvo, as cebolas, os dentes de alho e a salsa, tudo finamente picado. Tempere com sal e pimenta. Regue com o azeite e leve ao lume brando, durante cerca de 1 hora (ou 30 minutos na panela de pressão). Junte o vinho tinto e deixe cozer mais 10 minutos. Acompanhe com arroz à crioula.
Querendo desta receita fazer o arroz de polvo, meça o molho do polvo e acrescente a água necessária para obter o dobro do volume do arroz. Tempere com sal e pimenta e deixe levantar fervura. Introduza o arroz, previamente lavado, e deixe-o cozer cerca de 15 a 20 minutos (ou 2 minutos na panela de pressão).

Pastéis de Bacalhau

Ingredientes:
  • 500 g de bacalhau limpo de peles e espinhas
  • 300 g de batatas cozidas
  • 3 dl de leite
  • 4 ovos
  • 1 g de pimenta moída
  • 1 ramo de salsa picada miúdo

Preparação:
Esmaga-se o bacalhau num almofariz ou passa-se pela máquina de picar carne, deita-se numa tigela grande, misturando-se com uma colher de pau com as batatas passadas por um esmagador, o leite e as gemas dos ovos e a pimenta até tudo ficar numa massa bem lisa e homogénia, juntam-se quatro claras batidas em castelo e a salsa picada. Retificam-se os temperos de sal e pimenta e com duas colheres, das de sopa ou de sobremesa, tiram-se bocados de pasta fazendo-se bolas redondas ou com a forma de ovos e fritam-se em azeite fino muito quente, deixando escorrer depois de fritos num passador.

Como acompanhamento uma salada de alface, pepino, tomates crus cortados às tiras ou de vegetais temperados com azeite e vinagre, ou ainda arroz de tomate ou de grelos.

Doces de Natal

Aletria com Ovos


Ingredientes (para 10 pessoas):
100g de aletria
4dl de leite
150g de açúcar
50g de manteiga
3 gemas
casca de limão
canela
 

Preparação:
Coze-se a aletria em água durante 5 minutos e escorre-se.
Em seguida, leva-se o leite ao lume juntamente com casca de limão, açúcar e a aletria e deixa-se cozer. Depois da aletria estar cozida, junta-se a manteiga e, fora do lume, misturam-se as gemas previamente batidas
Leva-se ao lume apenas para que as gemas cozam ligeiramente. Serve-se a aletria polvilhada com canela


Rabanadas Douradas ou Fidalgas



Ingredientes:
12 fatias de pão de véspera (cacete)
5 dl de leite
1 colher de sopa de manteiga
350 g de açúcar
2 paus de canela
2 casquinhas de limão
8 gemas
1 clara de ovo
canela em pó
1 cálice de vinho do Porto (facultativo)

 
Preparação:
Leva-se o leite ao lume com manteiga, três colheres de sopa de açúcar, um pau de canela, uma casca de laranja e uma pitada de sal. Deixa-se ferver durante 5 minutos. Passam-se as fatias por este leite e dispõem-se numa travessa ou sobre uma toalha para absorver o leite.
Noutro recipiente largo e baixo, leva-se o restante açúcar ao lume com 4 dl de água, um pau de canela e uma casca de limão. Deixa-se ferver durante 10 minutos.
Entretanto batem-se muito bem as gemas com a clara.
Passam-se as fatias de pão pelos ovos, introduzem-se duas a duas na calda de açúcar a ferver, e deixam-se cozer, primeiro de um lado depois do outro. Entre a cozedura de cada par de rabanadas, adiciona-se um cálice de água fria à calda.
Polvilham-se as rabanadas com canela e, finalmente, regam-se com a calda a que se adicionou um cálice de vinho do Porto. Servem-se no dia seguinte.


 
Sonhos

Ingredientes:
30 g de açúcar

50 g de manteiga
200 g de farinha
50 g de farinha maisena
4 dl de água
5 ovos
casca de limão
sal

Ingredientes para calda:
500 g de açúcar
1 casca de limão
1 casca de laranja
1 pau de canela
 

Preparação:
Num tacho põe-se a água, a manteiga, o açúcar, a casca de limão e uma pitada de sal. Leva-se ao lume e, quando levantar fervura, tira-se a casca de limão e juntam-se as farinhas, previamente peneiradas e misturadas.
Mexe-se muito bem com uma colher de pau até fazer uma bola. Tira-se do lume e deita-se num alguidar, mexendo sempre com a colher de pau até arrefecer completamente.
Juntam-se os ovos um a um, batendo sempre entre cada adição até o ovo estar completamente absorvido. Fritam-se colheradas desta massa em óleo abundante, mas um pouco quente (150ºC).
O lume deve estar no mínimo para que a temperatura se mantenha durante a cozedura dos sonhos.
À medida que estes vão alourando, picam-se com um garfo ou com uma agulha de tricô.
Servem-se regados com a calda de açúcar.

Preparação da calda:
Levam-se ao lume a ferver 3 dl de água com açúcar. Juntam-se um pau de canela, as cascas de limão e laranja e deixa-se ferver durante 15 minutos. Retiram-se as cascas, deixa-se arrefecer e serve-se.

Mexidos


Ingredientes:
1 abóbora-menina média (5 kg a 6 kg)
1,5 kg de farinha de milho branco
1,250 kg de farinha de trigo
30 g de fermento de padeiro
75 g de manteiga
650 g de açúcar
2 limões
1 colher de sopa de erva-doce
1 colher de sopa de canela
sal
 

Preparação:
Leva-se a água ao lume com todos os ingredientes, com excepção dos frutos e do pão. Deixe ferver durante 15 minutos. Juntam-se então os frutos e deixa-se ferver mais 15 minutos.
Corta-se o pão em fatias muito finas (o mais fino possível) e escalda-se com água a ferver. Esta água deve ser na menor quantidade possível. Junta-se o pão ao preparado anterior, cuidadosamente, para evitar que ganhe grumos.
Deixa-se ferver um pouco mais para apurar, mexendo sempre.

Bolo Rei


Tempo de preparação: 7 h.

Grau de dificuldade: Difícil
 
Ingredientes (para 6 pessoas):
150g açúcar
750g farinha
1 fava
30g fermento de padeiro
175g frutas cristalizadas
250g frutos secos
raspas de laranja q.b.
raspas limão q.b.
150g margarina
1 colher de sobremesa sal
4 ovos
1 dl. vinho do Porto

 
Preparação:
Depois de retirar as sementes que possam haver, pique as frutas e deixe-as a macerar com o vinho do Porto (deixe algumas inteiras para enfeitar). Dissolva o fermento de padeiro em 1 decilitro de água morna, junte a 1 chávena de farinha e deixe a levedar em lugar não muito frio durante 15m. Entretanto, bata a margarina, o açúcar, e as raspas de limão e laranja, junte os ovos (batendo um a um), e o fermento. Quando tudo estiver bem ligado adicione o resto da farinha e o sal. Amasse até que a massa fique elástica e macia e junte as frutas, misturando muito bem. Molde a massa numa bola, polvilhe com farinha e tape a massa com um pano, deixando levedar num ambiente não muito frio durante 5 horas. Depois da massa ter duplicado de volume, coloque-a sobre um tabuleiro e faça-lhe um buraco no meio. Introduza um brinde (bem embrulhado em papel vegetal) e 1 fava, e deixe levedar mais uma hora. Pincele o bolo com gema de ovo, enfeite com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões, nozes, etc., e leve a cozer em forno bem quente. Depois de cozido pincele o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.

Rabanadas Antigas



Ingredientes:
1 pão de cacete de 500 g

300 g de açúcar
1 colher de sopa de manteiga
1 pau de canela
1 casca de limão
2 gemas
2 ovos
7,5 dl de vinho tinto verde ou maduro
250 g de mel
1 colher de sobremesa de canela em pó
óleo para fritar

 
Preparação:
Corta-se o cacete em fatias com cerca de 1 cm de espessura.
Leva-se ao lume o açúcar com 2 dl de água, a manteiga, o pau de canela, a casca de limão e uma pitada de sal. Deixa-se ferver durante 5 minutos.
Retira-se do lume e introduzem-se as fatias de pão na calda bem quente.
Escorrem-se sobre uma peneira ou passador.
Em seguida, passam-se as fatias pelas gemas batidas com os ovos inteiros e alouram-se em óleo quente. À medida que se vão fritando as rabanadas, põem-se numa travessa funda e polvilham-se com açúcar e canela.
À parte, mistura-se o vinho tinto com o mel, a canela em pó e, se ovinho for verde ou agreste, açúcar. Leva-se ao lume só para levantar fervura e deita-se sobre as rabanadas. Viram-se com cuidado para não se partirem.
Servem-se no dia seguinte.



Filhoses
Ingredientes:
  • 2 Ovos
  • ½ dcl de leite
  • ½ dcl de água ardente
  • ½ dcl de vinho branco
  • ½ dcl de sumo de laranja
  • 1 dcl de banha de porco derretida
  • 100 gr de açúcar
  • 500 gr de farinha
  • 2 colheres de sopa de sementes de papoila
  • Óleo para fritar
  • Açúcar e canela em pó para polvilhar

Preparação:
Batem-se os ovos, inteiros com o açúcar, juntam-se os líquidos, e, a banha, depois de bem batido, vão-se adicionando a farinha e as sementes, amassa-se bem até descolar da tigela. Descansa por 20 minutos aproximadamente, cortam-se pedaços, esticam-se  com um rolo e fritam-se em óleo bem quente, por fim polvilha-se com açúcar e canela.


Boas Receitas e Bom Natal!!