terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

10 super alimentos para prevenir o cancro!!!

Hoje, dia 4 de Fevereiro, celebra-se o dia Mundial contra o Cancro, sabe-se que Sociedade Americana  do cancro calcula que um terço das mortes causadas pelo cancro estão relacionadas com  factores associados ao estilo de vida. um deles a alimentação. Assim, conheçam os 10 alimentos que podem, aliados a um estilo de vida saudável, prevenir o cancro!!!
O cancro é uma epidemia tão avassaladora como desoladora que afecta cada vez maior número de pessoas no mundo inteiro. À medida que lentamente aprendemos sobre as causas, começamos a aprender também sobre as medidas preventivas.
Em termos de relação entre alimentação e cancro, dispomos já de listas do que não comer (batatas fritas por exemplo), bem como o outro lado da moeda: o que comer (alcachofras, vinho tinto,…)
No livro Cancer: 101 Solutions to a Preventable Epidemic (New Society Publishers, 2007) dos autores Liz Armstrong, Guy Dauncey e Anne Wordsworth considera-se a importância de ingerir alimentos e bebidas específicas para protecção contra o cancro. Aqui vai o que eles sugerem:
  1. Vegetais crucíferos: Bróculos couve flor, repolho, couves de bruxelas, nabo e couves. Distinguem-se pelo facto de conterem bastantes substâncias anti cancerígenas, tais como os isotiocianatos
  2. Alcachofras pelo elevado teor de salvestrol
  3. Verduras como os espinafres e alface, pela fibra, folatos a uma série de carotenóides para combater o cancro.
  4. Uvas e vinho tinto especialmente pelo resveratrol
  5. Legumes: feijão, ervilhas e lentilhas pelas saponinas, pelos inibidores de protéase e outras
  6. Mirtilos e framboesas pelo ácido elágico e pelos antocianósidos
  7. Sementes de linhaça, especialmente se forem consumidas após serem moídas, pelos ácidos gordos essenciais alfa-linolénico, lignanas e outras gorduras “boas”
  8. Alho, cebolas, alho porro e alhos franceses pelas muitas substâncias anti cancerígenas incluindo a alicina
  9. Chá verde pelas catequinas anti cancerígenas e anti oxidantes
  10. Tomate pelo famoso flavenóide licopeno




* Informação retirada de
 http://www.clinicameihua.pt/MedicinaChinesa/10superalimentosparaprevenirocancro.aspx

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sector do turismo cresce no Facebook!!!

O sector do turismo está cada vez mais presente nas redes sociais como é o caso do Facebook, onde 42% das histórias partilhadas nesta plataforma estão relacionadas com viagens, segundo o estudo ‘Facebook Travel: Near & Now’.
As viagens estão também entre os três principais tipos de publicações mais vistos na rede social, acima de temas como ‘bebés’, ‘casamentos’ e ‘animais de estimação’.
O Facebook é também a principal forma dos utilizadores descobrirem para onde os amigos ou familiares vão de férias, com 84% dos inquiridos a afirmarem que as suas viagens os inspiram e 64% a admitirem que se não fosse este canal, não conheceriam os seus destinos.
O mesmo estudo revela que esta plataforma pode ser uma forma dos anunciantes chegarem à audiência correcta, no momento certo, uma vez que é aqui que partilham as suas experiências em cinco fazes diferentes: sonhar, planear, reservar, experienciar e reflectir.




* Informação retirada de http://www.publituris.pt/2014/01/30/sector-do-turismo-cresce-no-facebook/

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Natureza em casa!!

O interesse pelas plantas medicinais ressurgiu nos últimos anos, à medida que a ciência foi comprovando os seus efeitos benéficos. Por isso a sua procura cresce e a melhor forma de assegurar a sua provisão será constituir o seu próprio jardim.
O cultivo de plantas medicinais no jardim ou num canteiro de janela para fazer um chá, uma salada ou uma pomada pode trazer resultados muito agradáveis. As plantas medicinais cultivadas em casa e secas há pouco tempo têm a vantagem de ser muito mais poderosas do que as comerciais, que podem estar guardadas durante meses antes de serem vendidas. Por outro lado, no caso das menos comuns, o cultivo caseiro é muitas vezes a maneira mais prática de garantir o seu fornecimento. Cultivar estas plantas não é difícil e existem muitas variedades que nos podem dar aromas deliciosos.

- O jardim de plantas medicinais -
A maior parte dos jardins apresenta uma impressionante variedade de plantas medicinais. Além disso, muitas das plantas vulgarmente usadas em culinária, como o manjericão, a salva, o tomilho e a salsa, podem ser utilizadas medicinalmente. Uma ideia errada vulgar é que se trata de plantas sem graça, até porque é sempre possível comprar variedades diversas e invulgares para dar cor e interesse ao conjunto. As ervas medicinais que seguidamente se apresentam são indicadas para quem queira começar o seu próprio canteiro.




* Noticia retirada de http://naturlink.sapo.pt/Lazer/Plantas-em-Casa/content/A-Natureza-em-Casa?bl=1

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Museu do Volfrâmio na Casa do Povo de Cerva!!

No âmbito do projecto de criação de três polos museológicos no concelho de Ribeira de Pena, um dos mais bonitos edifícios da Vila de Cerva, será o futuro local desta unidade museológica que deverá abrir portas ainda este ano. O edifício da Casa do Povo é onde Cerva irá acolher o Centro Interpretativo do Volfrâmio. O espaço será readaptado para a nova funcionalidade e será alvo de um conjunto de intervenções.
O edifício está ser alvo de um conjunto de intervenções que permitirá a adoção de um conjunto de conteúdos referentes à atividade mineira, em especial referentes á sua extração. 
Este centro interpretativo será muito interativo com as pessoas, transmitirá conhecimento, a todos os Cervenses e aos turistas que o venham visitar.
A extração mineira de Volfrâmio e mais tarde o estanho, segundo alguns registos encontrados, teve início em 1908.
As minas do Monte da Corda e de Adoria foram apoiadas pela "Sociéte Civile d'Études de Tous Gisements Miniers" (Sociedade Civil de Estudos de Todos os Campos Mineiros) sedeada em Paris.
Várias foram as concessionárias, internacionais e mais tarde nacionais, que aqui operaram.
Em 1938 o Estado Português concessionou a José Cândido Dias a exploração das minas de Adoria; em 1945 a empresa exploradora era "Companhia Portuguesa de Minas - Concessão de S. João de Escourêda"; e em 1956 "Minas de Cerva SARL" com sede na Rua Alexandre Herculano 11-2º -D 4 228 Lisboa. 
Estas minas laboraram até 1972, e foi considerado o segundo melhor couto mineiro do distrito de Vila Real, sendo o primeiro o de ouro de Jales. nA obra deste Centro Interpretativo do Volfrâmio será cofinanciada a 75 %, por fundos comunitários.

* Informação e imagem retiradas de: http://www.avozdetrasosmontes.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=8505 e http://viladecerva.blogs.sapo.pt/9382.html 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

A água - os usos humanos, o desenvolvimento e as consequências da sua escassez!!!

A maior parte da água consumida é usada na indústria, estando a urbanização e a industrialização associadas a uma maior necessidade deste bem essencial. Dada a disponibilidade cada vez menor deste recurso em face do crescente desenvolvimento é de prever um aumento dos conflitos.
Cerca de 70% da água consumida mundialmente, incluindo a desviada dos rios e a bombeada do subsolo, é utilizada para irrigação. Aproximadamente 20% vai para a indústria e 10% para o consumo doméstico. Na competição cada vez mais intensa pela água entre estes sectores, a agricultura sai quase sempre a perder. Os 1000 metros cúbicos de água utilizados para produzir 1 tonelada de grãos podem ser utilizados para incrementar facilmente a produção industrial, sendo os lucros desta actividade cerca de 50 vezes superiores aos da primeira. Esta relação ajuda a explicar por que no Oeste Americano a venda dos direitos da água de irrigação para os centros urbanos pelos fazendeiros é uma ocorrência quase diária.
Além do crescimento populacional, a urbanização e a industrialização também ampliam as necessidades de água. À medida que a população rural, tradicionalmente dependente do poço da aldeia, se muda para prédios residenciais urbanos com água canalizada, o consumo doméstico pode facilmente triplicar.
À medida que as pessoas utilizam mais carne, ovos e lacticínios na sua alimentação, passam a consumir indirectamente mais grãos. Uma dieta num país desenvolvido, rica em produtos pecuários, requer 800 kg de grãos por pessoa por ano, enquanto as dietas em países em desenvolvimento, tendo por base o amido, como o arroz, caracteristicamente necessitam apenas de 200 kg. O consumo quatro vezes superior de grãos significa um igual crescimento no consumo de água.
À medida que aumentam as necessidades de água pelas cidades e indústrias, elas são supridas pelo desvio de água da irrigação. A perda de capacidade de produção de alimentos é, então, compensada pela importação de grãos, um mercado internacional em expansão, principalmente na África do Norte e Médio Oriente. É a forma mais eficiente de comprar água para estes países, que enfrentam, em simultâneo, um crescimento populacional acelerado e a pressão, até ao limite, dos mananciais de recursos naturais.
Se os governos dos países carentes de água não adoptarem medidas urgentes para estabilizar a população e elevar a eficiência hídrica, a escassez de água em pouco tempo será transformada em escassez de alimentos. Existe, ainda, o risco da necessidade de importação de grãos suplantar a oferta exportável dos países com excedentes, como os Estados Unidos, o Canadá e a Austrália, e dos países de baixos rendimentos não terem condições financeiras para importar os grãos de que necessitam, condenando milhões de habitantes à sede e à fome.

Não é por acaso que o Banco Mundial alertou recentemente para os motivos da guerra nestas regiões. É que, apesar de durante este século o petróleo ter estado no cerne das contendas, no futuro elas deverão envolver a disputa pela água. Existem já alguns exemplos: uma das razões da longa animosidade entre Israel e a Síria pelas colinas de Golan são os depósitos de água da região. Mas considerando o cariz particular deste tipo de disputas, a competição pelo precioso líquido deverá ocorrer através dos mercados mundiais de grãos. Os países que poderão ganhar esta competição serão aqueles com maior poder financeiro, não militar.



*Artigo retirado de http://naturlink.sapo.pt/Intervir/Artigos-Praticos/content/A-agua-os-usos-humanos-o-desenvolvimento-e-as-consequencias-da-sua-escassez?bl=1

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Associações turísticas portuguesas assinam código ético global para Turismo!!

Associações turísticas portuguesas e a Organização Mundial de Turismo (OMT) assinam esta semana em Madrid a adesão ao Código Mundial de Ética do Turismo (GCET, na sigla inglesa), princípios destinados a orientar o desenvolvimento do setor.
A adesão ao GCET, considerado um "quadro de referência fundamental para o turismo responsável e sustentável", será formalizada no stand de Portugal na Feira Internacional de Turismo de Madrid (FITUR).
Adotado em 1999 pela Assembleia Geral da OMT, o GCET é "um conjunto abrangente de princípios destinados a orientar atores-chave no desenvolvimento do turismo", sendo dirigida a Governos, operadores, comunidades e turistas, procurando "maximizar os benefícios do setor, minimizando o seu impacto potencialmente negativo sobre o ambiente, o património cultural e as sociedades em todo o mundo".
Não sendo juridicamente vinculativo o código tem um mecanismo de aplicação voluntário, reconhecendo o papel do Comité Mundial de Ética do Turismo (WCTE), que pode ser consultado em termos de aplicação e interpretação do documento.
Entre os princípios do código destacam-se o contributo do turismo para a compreensão e respeito mútuo entre os povos e sociedades, o turismo como veículo de realização individual e coletiva e como fator de desenvolvimento sustentável.

O papel do turismo no património cultural da humanidade e como atividade benéfica para os países de acolhimento e comunidades são outros dos princípios abrangidos.


Leia o artigo na integra em: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=710914&tm=6&layout=121&visual=49

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Lenda de São Sebastião!!

Reza a Lenda
...que há muitos, muitos anos...
Houve em Portugal um ano de fome e peste, que atingiu uma grande parte da população.
Foram tantos os mortos que os mais crentes apelaram a São Sebastião para que os protegesse de tal flagelo. Se a doença se afastasse, se os doentes melhorassem e os animais escapassem, prometiam realizar anualmente a 20 de Janeiro, uma festa onde não faltasse pão e carne para quantos a ela comparecessem.
Como o Santo não faltou, cumpriu-se o prometido e assim se fez ao longo dos tempos. Mas, com o passar dos anos, o povo foi ficando esquecido e mal agradecido e, um ano não se sabe bem porque motivo, a festa não se realizou. O povo ficou assim sem a protecção do Santo, advogado da fome, da peste e da guerra...
...Conta ainda a lenda, que em 1809 (ano em que Napoleão, Imperador da França, mandou invadir pela segunda vez Portugal) as tropas entraram pelo norte a caminho do Porto.
A má fama dos invasores já tinha chegado à população de muitos povoados, que aterrorizados pela iminente invasão e suas consequências (pilhagens, mortes e violações), saíram às ruas com a imagem de São Sebastião e acolhendo-se à sua protecção renovaram a promessa:
Se os invasores não entrarem nas nossas aldeia faremos todos os anos no dia 20 de Janeiro, uma festa em tua honra onde não faltará comida a toda a gente que a ela vier.
Diz a lenda que caiu tal nevão em volta de algumas aldeias que obrigou os invasores ao desvio do seu caminho deixando em paz essas populações. Lenda ou não, a verdade é que se tem mantido a tradição e todos os anos depois de 20 de Janeiro os habitantes das aldeias que veneram o Mártir São Sebastião renovam a promessa.